Nota de apoio ao SciELO

Juntamente com demais redes e grupos da comunidade científica iberoamericana, a RIPeHP subscreve nota de desagravo à biblioteca eletrônica latinoamericana SciELO, em repúdio às declarações do bibliotecário estadunidense Jerry Beall.

scielo

Confira abaixo a nota, nos idiomas português, espanhol e inglês.

 

PORTUGUÊS

Nós, abaixo-assinados, membros da comunidade científica iberoamericana, fazemos com este documento veemente moção em favor da nota de repúdio produzida pelos editores de diferentes revistas brasileiras que se reúnem no SciELO contra artigo publicado pelo sr. Jerry Beall.

Há mais de uma década, a América Latina vem utilizando plataformas de revistas em acesso aberto. Como resultado, a SciELO e a Redalyc, que possuem cerca de 2000 revistas, aumentaram consideravelmente a visibilidade da produção de diferentes especialidades e geografias.

Vale dizer, a SciELO, resultado de pesquisa da  Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), em parceria com a BIREME (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde) e apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é hoje mais consultada do que a americana JSTOR, segundo dados do jornal Le Monde.

Nomear uma plataforma desse porte de “favela” é demonstrar um receio que só pode derivar de uma visão limitada e capitalista do que é o conhecimento científico e para que este serve. Assim, faz parte do cálculo de manutenção do oligopólio de revistas, majoritariamente de língua inglesa. Afinal, o Open Access permite a todos escaparmos desse controle.

Ganhamos todos com a democratização das revistas: a pluralidade, os diferentes paradigmas científicos e as mais distintas culturas passam a circular e se difundir em rede. Acima de tudo, as plataformas Open Acess permitem acesso a trabalhos que ficariam, de outra forma, restritos localmente ou confinados a meia dúzia de instituições de bolso mais cheio.

Se o Sr. Beall teme o acesso aberto é porque percebe que as mudanças que vem se operando no modo de comunicar resultados de pesquisa podem impactar o lugar ora ocupado pela América Latina no campo das ciências, como o propõe Alperin (2015), ampliando o público que  passa a acessar artigos e resenhas, bem como livros produzidos a partir de pesquisas extensas.

Assinam este documento:

  • Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP)
  • Associação Brasileira de Orientação Profissional – ABOP
  • Associação Brasileira de Psicologia do Trânsito (Abrapsit-RS)
  • Associação Brasileira de Psicologia Jurídica (ABPJ).
  • Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (SBPOT)
  • Associação Brasileira de Psicologia Social (Abrapso)
  • Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos (Asbro)
  • Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP) e seus seguintes Grupos de Trabalhos:
    GT Cotidiano e Práticas Sociais
    GT de História da Psicologia
    GT de História Social da Psicologia
    GT Juventude, Resiliência e Vulnerabilidade
    GT de Psicologia  Comunitária
    GT de Psicologia Escolar e Educacional
    GT de Psicologia e Fenomenologia
    GT de Psicologia, Politica e Sexualidades
    GT de Psicologia e Estudos de Gênero
    GT de Psicologia Organizacional e do Trabalho
  • Conselho Federal de Psicologia (CFP)
  • Laboratório de História e Memória da Psicologia (Clio-Psyché/UERJ)
  • Núcleo de Pesquisa e Extensão da União de Ensino Superior de Viçosa (NUPEX/UNIVIÇOSA)
  • Núcleo Feminista de Pesquisas sobre Homens e Masculinidades (Gema/UFPE)
  • Programa de Pós-Graduação em Psicanálise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro ( PGPSA / UERJ )
  • Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGPS/UERJ)
  • Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
  • Rede Ibero Americana de Pesquisadores em História da Psicologia (RIPeHP)
  • Revista da Sociedade de Psicoterapias Analíticas Grupais do Estado de São Paulo (SPAGESP)
  • Revista Psicologia Organizacional e do Trabalho (o editor) (RPOT)
  • Sociedade Brasileira de História da Psicologia (SBHP)
  • Sociedade Brasileira de NeuroPsicologia (SBNp)
  • Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP)
  • Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar (SBPH)
  • Sociedade Interamericana de Psicologia (SIP) e seus seguintes Grupos de Trabalhos:
    GT de História da Psicologia
    GT de Psicologia Ambiental

ESPAÑOL

Los abajo firmantes, miembros de la comunidad científica Iberoamericana, con este documento hacemos vehemente moción de apoyo a la nota de repúdio producida por los editores de distintos periódicos brasileños que se reúnen en Scielo al artículo artÍculo publicado por el señor Jerry Beall.

Desde hace más de una década, América Latina utiliza plataformas de periódicos en acceso abierto. Como resultado, SciELO y Redalyc, que tienen cerca de 2000 periódicos,  aumentaron considerablemente la visibilidad de la producción de distintas especialidades en diversas latitudes.

En efecto, Scielo es el resultado del trabajo de la Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) y BIREME (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde) con el apoyo del Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), y es hoy más consultada que la americana JSTOR, según ha informado Le Monde.

El calificativo de “villa miseria” aplicado a Scielo demuestra un temor que solo puede derivar de una perspectiva limitada y capitalista sobre qué es el conocimiento científico y para qué sirve el mismo. Eso es parte del mantenimiento del oligopolio de periódicos, mayoritariamente de lengua inglesa, de cuyo control el Open Access permite escapar.

Todos nosotros ganamos con la democratización de los periódicos: la pluralidad, los distintos paradigmas científicos y las más diversas culturas circulan y se difunden en la red. Las plataformas Open Acess permiten acceso a trabajos que quedarían, de otro modo, restringidos localmente, o confinados a pocas instituciones con los “bolsillos llenos”.

Si el señor Beall teme el acceso abierto es porque percibe que los cambios que se operan en el modo de comunicar los resultados de investigación pueden impactar en el lugar ocupado por América Latina en el campo de las ciencias, como propone Alperin (2015), ampliando el público que accede a artículos y reseñas, así como a libros producidos a partir de extensas investigaciones.

Firman este documento:

  • Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (Asociación Brasileña de la Enseñanza de la Psicología – ABEP)
  • Associação Brasileira de Orientação profissional (Asociación Brasileña de Orientación Profesional – ABOP);
  • Associação Brasileira de Psicologia do Trânsito (Asociación Brasileña de Psicología del Tráfico  – ABRAPSIT-RS);
  • Associação Brasileira de Psicologia Jurídica (Asociación Brasileña de Psicología Jurídica – ABPJ);
  • Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (Asociación Brasileña de Psicología de las Organizaciones y el Trabajo  – SBPOT);
  • Associação Brasileira de Psicologia Social (Asociación Brasileña de Psicología Social – ABRAPSO);
  • Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos (Asociación Brasileña de Rorschach y Métodos proyectivos – ASBRO);
  • Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (Asociación Nacional de Investigación y Estudios de Posgrado en Psicología- ANPEPP):
  • GT Cotidiano e Práticas Sociais da ANPEPP (Grupo de Trabajo del Cotidiano y de las prácticas sociales (ANPEPP)
  • GT de História da Psicologia da ANPEPP (Grupo de Trabajo de Historia de la Psicología – ANPEPP)
  • GT de História Social da Psicologia da da ANPEPP (Grupo de Trabajo de Historia Social de la Psicología – ANPEPP);
  • GT de Psicologia  Comunitária da ANPEPP (Grupo de Trabajo de de Psicología Comunitaria- ANPEPP);
  • GT de Psicologia Escolar e Educacional da ANPEPP (Grupo de Trabajo de Psicología Escolar y de la Educación – ANPEPP);
  • GT de Psicologia  e Fenomenologia da ANPEPP (Grupo de Trabajo de Psicología y Fenomenología – ANPEPP);
  • GT de Psicologia, Politica e Sexualidades da ANPEPP (Grupo de Trabajo de Psicología, Política y Sexualidades – ANPEPP);
  • GT de Juventude, Resiliência da ANPEPP (Grupo de Trabajo de Juventud, resiliencia y vulnerabilidad – ANPEPP)
  • GT de Psicologia e Estudos de Gênero da ANPEPP (Grupo de Trabajo de Psicología y Estudios de Género – ANPEPP)
  • GT de Psicologia Organizacional e do Trabalho (Grupo de Trabajo de Psicología Organizacional y del Trabajo – ANPEPP).
  • Conselho Federal de Psicologia (Consejo Federal de Psicología  – CFP)
  • GT de Psicología Ambiental de la Sociedad Interamericana de Psicología (SIP)
  • Laboratório de História e Memória da Psicologia – Clio-Psyché/ UERJ (Laboratório de Historia y Memoria de la Psicología Clio-Psyché/UERJ)
  • Núcleo de Pesquisa e Extensão da União de Ensino Superior de Viçosa (Núcleo de Investigación y Extensión de la Unión de Enseñanza Superior de Viçosa [NUPEX/UNIVIÇOSA]
    Núcleo Feminista de Pesquisas sobre Homens e Masculinidades (Centro Feminista de Investigación sobre Hombres y Masculinidades (GEMA/ UFPE)
  • Programa de Pós-Graduação em Psicanálise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Programa de Posgrado en Psicoanálisis  – PGPSA / UERJ )
  • Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Programa de Posgrado en Psicología Social PPGPS/UERJ)
  • Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (Programa de Posgrado en Psicología/UFTM)
  • Rede Ibero Americana de Pesquisadores em História da Psicologia (Red Iberoamericana de Investigadores en Historia de la Psicología – RIPeHP)
  •  Revista da Sociedade de Psicoterapias Analíticas Grupais do Estado de São Paulo (Revista de la Sociedad de Psicoterapías Analíticas Grupales del Estado de São Paulo – SPAGESP)
  • Revista Psicologia Organizacional e do Trabalho (o editor) (Revista Psicología de las Organizaciones y del Trabajo – el editor – RPOT)
  • Sociedade Brasileira de História da Psicologia (Sociedad Brasileña de Historia de la Psicología – SBHP)
  • Sociedade Brasileira de NeuroPsicologia (Sociedad Brasileña de Neuropsicología – SBNp)
  • Sociedade Brasileira de Psicologia (Sociedad Brasileña de Psicología  -SBP)
  • Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar (Sociedad Brasileña de Psicología de la salud al ámbito hospitalário – SBPH)
  • Sociedade Interamericana de Psicologia (Sociedad Interamericana de Psicología – SIP)
  • GT de História da Psicologia da SIP (Grupo de Trabajo de Historia de la Psicología – SIP)
  • GT de Psicologia Ambiental da SIP (Grupo de Trabajo de Psicología Ambiental – SIP)


ENGLISH

As members of the Ibero American scientific community, we strongly support the statement delivered by the editors of Brazilian scientific journals indexed and published by SciELO against the paper written by Mr. Jerry Beall.

For more than a decade, Latin America has successfully developed this open access publishing model. As a result, SciELO and Redalyc, publishing today around 2000 magazines from 15 member countries participating in the SciELO network, has considerably increased the visibility of scientific production in various fields.

SciELO is a research product led by the Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo” – State of São Paulo Research Foundation (FAPESP) – in partnership with BIREME (Latin American and Caribbean Center of Information in Health Sciences). It is supported by the Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – the National Council for Scientific and Technological Development (CNPq). According to Le Monde, nowadays, SciELO receives more consultations than the American data base JSTOR.

Considering a platform of the size and quality of Scielo a “slum,” demonstrates a fear that can only originate from a limited and capitalistic point of view of the value of scientific knowledge and its purpose. Such a point of view most probably derives from oligopoly held by mostly English-speaking scientific journals. Open Access allows everyone to escape from the control attempted by this oligopoly.

Everybody wins with the democratization of journals, for this allows a broader contact with a wide range of scientific theories and a plurality of cultures that circulate in the network. Above all, Open Access platforms allow access to articles that would, otherwise, be locally restricted or confined to half a dozen wealthy institutions.

If Mr. Beall fears Open Access, it is because he realizes that the changes it produces in research communication might have an impact in the position held by Latin America in the area of Science, as proposed by Alperin (2015) broadening the sphere of the  public who will have access to  articles and reviews, as well as  books produced by extensive research programs.

Sign this document:

  • Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (Brazilian Association of Psychology Teaching – ABEP)
  • Associação Brasileira de Orientação profissional (Brazilian Association of Professional Orientation – ABOP
  • Associação Brasileira de Psicologia do Trânsito (Brazilian Association of Traffic Psychology  – Abrapsit-RS)
  • Associação Brasileira de Psicologia Jurídica (Brazilian Association of Legal Psychology  – ABPJ).
  • Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (Brazilian Association of Organizational and Work Psychology  – SBPOT)
  • Associação Brasileira de Psicologia Social (Brazilian Association of Social Psychology – ABRAPSO)
  • Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos (Brazilian Association of Rorschach and Projective Methods  – Asbro)
  • Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (National Association for Research and Graduate Studies in Psychology – ANPEPP)
  • Grupo de Trabalho cotidiano e práticas sociais – ANPEPP (Work Group on Everyday and social practices – ANPEPP)
  • GT de História da Psicologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia – ANPEPP  (Work Group on History of Psychology – ANPEPP)
  • GT de História Social da Psicologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia  (Work Group on Social History of Psychology – ANPEPP)
  • GT de Psicologia  Comunitária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia  (Work Group on Community Psychology – ANPEPP)
  • GT de Psicologia Escolar e Educacional da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (Work Group on School and Educational Psychology – ANPEPP)
  • GT de Psicologia y Fenomenologia da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (Work Group on Psychology and Phemonology – ANPEPP)
  • GT de Psicologia, Politica e Sexualidades da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (Work Group on Psychology, Politics and Sexualities – ANPEPP)
  • GT Juventude, Resiliência e Vulnerabilidade da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (Work Group on Youth, Resilience and Vulnerability – ANPEPP)
  • GT Psicologia e Estudos de Gênero (Work Group on Psychology and Gender Studies – ANPEPP)
  • GT de Psicologia Organizacional e do Trabalho (Work group on Work and Organizational Psychology – ANPEPP)
  • Conselho Federal de Psicologia  – Federal Council of Psychology (CFP)
  • Laboratório de História e Memória da Psicologia  Clio-Psyché/ UERJ (Laboratory of History and Memory of Psychology – Clio-Psyché/State University of Rio de Janeiro)
  • Núcleo de Pesquisa e Extensão da União de Ensino Superior de Viçosa (Center for Research and Extension of the Viçosa Union for Higher Education [NUPEX/UNIVIÇOSA])
    Núcleo Feminista de Pesquisas sobre Homens e Masculinidades – Gema/ UFPE (Feminist Center for Research on Men and Masculinities Gema/Federal University of Pernambuco )
  • Programa de Pós-Graduação em Psicanálise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – PGPSA/UERJ (Postgraduate Program in Psychoanalysis – State University of Rio de Janeiro)
  • Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – PPGPS/ UERJ (Postgraduate Program in Social Psychology – State University of Rio de Janeiro)
  • Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (Postgraduate Program in Psychology/UFTM)
  • Rede Iberoamericana de Pesquisadores em História da Psicologia  (Ibero-American Network of Researchers in History of Psychology – RIPeHP) – Sociedade Brasileira de História da Psicologia (Brazilian Society of History of Psychology – SBHP)
  • Revista da Sociedade de Psicoterapias Analíticas Grupais do Estado de São Paulo (Journal of the São Paulo State Society of Group Psychoanalitical Psychoterapies)
  • Revista Psicologia Organizacional e do Trabalho (Journal of Organizational and Work Psychology (the editor) – RPOT)
  • Sociedade Brasileira de História da Psicologia (Brazilian Society of History of Psychology – SBHP)
  • Sociedade Brasileira de NeuroPsicologia (Brazilian Society of Neuropsychology  – SBNp)
  • SociedadeBrasileira de Psicologia (Brazilian Society of Psychology – SBP)
  • Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar (Brazilian Society of Health Psychology – SBPH)
  • Sociedade Interamericana de Psicologia (Interamerican Society of Psychology – SIP)
  • GT de História da Psicologia (Work Group on History of Psychology – SIP)
  • GT de Psicologia Ambiental da SIP (Work Group on Environmental Psychology of Interamerican Society of Psychology – SIP)

 

 

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